Retornando após quase um ano da publicação do primeiro post, vim divulgar as fotos do show que aconteceu no Teatro do SESC 504 Sul – Brasília.
JUNIOR JOHNS – ROCK BAND’70 – GOLDEN NAIPES
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Agradecimentos ao amigo Junior Jonhs por ter aberto as portas do show para que pudesse fotografar e ao amigo J. Diener que esteve por lá e ajudou a registrar o momento.
Foram imagens como essa que me deram um empurrão para começar a fotografar. Essa é do meu amigo Bruno Leonardo e chama O Cego e o Santo. Para conhecer da imagem clica aqui: http://www.youtube.com/watch?v=sDSOH_ReuRY
Bruno foi o cara que me deu os primeiros conselhos sobre fotografia e como escolher uma máquina, porque até o primeiro momento eu só tinha uma certeza: Eu queria uma Nikon.
No meio dessas conversas, me ajudou a escolher o primeiro curso, na Universidade da Fotografia na UPIS – DF, pois é, onde me formei em Contabilidade em 2004. O que ajudou, também, foi o custo benefício e as aulas serem aos sabádos pela manha, que eram para dormir ou trabalhar.
Como você já chegou até aqui, já descobriu que não tem foto de gente morta, nem uma fotografia fashion e muito menos mulher pelada (apesar que minha mãe perguntou outro dia porque não fotografo mulher pelada, nos termos dela, “está na moda”).
Se fizer o “dever de casa” direitinho, pesquisando imagens no google, verá que o título do post está relacionado com os nomes que seguem, mas sem intuito de criar um esteriótipo. Então vamos lá: Robert Capa, Cartier Bresson, J.R. Duran, Bob Wolfenson, Kazuo Okubo e Clicio Barroso.
Esses foram os caras de quem ouvi falar, primeiramente, nas aulas do curso fotografia e que antes disso não influenciavam meu destino, e talvez nem influenciem o seu, visto que ninguém gosta das mesmas coisas do mesmo jeito.
Fica a idéia aqui, e se você está começando na fotografia, vai descobrir que estudar imagens será o princípio de tudo.
Paz e Bem.

By Ana Valença
SIM, parece meio nerd essa coisa de ouvir Cartola, tomar Coca-Cola Zero e escrever esse primeiro post mas, venhamos e convenhamos, nem tudo na vida é perfeito.
Tenho pretenção nenhuma de ser escritor e nem ensinar nada a ninguém. Pretendo, sim, falar um pouco de fotografia e como ela faz parte da minha vida corrida.
Essa foto nasceu sem meu conhecimento e, até mesmo, sem minha autorização. Foi tirada na primeira saida fotografica do Workshop de Introdução à Fotografia Digital, no Parque Sarah Kubitschek (Parque da Cidade) em Brasília, DF. Segundo avaliação da minha mãe, essa é a melhor foto tirada de minha pessoa e por concordar, plenamente, guardo com carinho tal arquivo.
Não nasci numa família de artista, escritores ou afins. Não tive acesso a livros de fotografia, máquinas avançadas e coisas do tipo. Me lembro de tirar algumas fotos da minha mãe com máquina de filme, quando sempre escutava: – Me coloca bem no meio do visor, respira fundo e prende a respiração (para não tremer) e clica. Esse foi todo o conhecimento que adquiri sobre fotografia até Outubro de 2010.
Assim, nasce esse BLOG sobre fotografia, ou melhor, sobre as minhas fotografias pós 10/2010 (explico o motivo outro dia). Tenho esperança que alguém comente as fotos e, vez ou outra, farei comentários sobre como capturar melhor uma imagem.
Então, SEJA BEM VINDO,
Paz e Bem.